Diario del Vino

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La reacción en la semana: aunque todavía sin mucha expansión, la información sobre el acuerdo Mercosur-UE ya activa algunos comentarios. Sobresale sin dudas el sector oficial que utilizando las redes, han salido a comentar los efectos que son previsibles en un plazo razonable. En este caso la prensa se ocupa de un comentario del Ministro de Relaciones Exteriores. Se destaca eso sí la buen disposición del gobierno del presidente Bolsonaro por aprovechar la coyuntura para fomentar inversiones para su país.  //  The government of Jair Bolsanaro expects foreign investments on the occasion of the signing of the Mercosur-EU agreement.

Según el periódico que se edita en ingles, The Rio Times, el Ministro de Relaciones Exteriores de Brasil, Ernesto Araujo se refirió en forma optimista a informaciones que le aseguran ya - a escasos diasdel anuncio en UE, una favorable respuesta de inversores extranjeros que maifiestan su interés en el futuro de las nuevas condiciones que se abren a la luz de este acuerdo.

Si bien el señor Araujo hace la salvedad que el documento aprobado tiene que ser refrendado por todos los Jair Bolsanaro y Araujopaíses europeos, y para su entrada en vigencia, asimismo,se tendrán que cumplir requisitos previos que llevarán tiempo, advierte que "los inversionistas están mirando al país en una forma totalmente diferente y - deduce - "ya comenzarán a ubicarse aquí debido a este acceso preferencial" (se refiere obviamente a Brasil como plataforma de la región). Las declaraciones tuvieron lugar el 4 de julio pasado (jueves) en una sesión en Facebook que compartiera con el presdiente Jair Bolsonaro.

El Ministro adelantó la intención de actuar rápidamente con los Estados Miembros del Mercosur, tan pronto como el Congreso pueda aprobar el documento, reconociendo que la vecindad en Latinoamérica facilita estas gestiones, que serán mas complicadas si se pensara en contactos con los Estados Europeos en forma individual.(Foto derecha, arriba: Presidente Jair Bolsonaro y Ministro de RR.EE. Ernesto Araujo, extremo izquierdo imagen)

Para los exportadores locales el mensaje es que los productos agrícolas tendrán sus aranceles eliminados, tal el jugo de naranja, la fruta y el café soluble. Los exportadores también tendrán un mayor acceso a los mercados, dijo, y citó ejemplos como carne, azucar y etanol que se manejarán a través de cuotas. Mencionó asimismo que productores de cachaza, queso y vino diferenciados serán beneficiados.

También los servicios serán promocionados, tales como comunicacion, turismo, construcción, transporte y actividades profesionales y servicios financieros. También en las licitaciones públicas europeas las empresas basileras tendrán oportunidades, sostuvo Araujo. 

Agencias, Internacional. Editado en la Redacción de DiariodelVino de Ensenada, Estado de Baja California, Estados Unidos Mexicanos.
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Traducción mecánica del español al portugues. Edição especial no domingo 07/07/2019 para o Brasil.

O acordo de livre comércio imprevisto entre a União Europeia e o Mercosul desencadeou UEna Argentina uma possibilidade imbatível de impulsionar o empreendedorismo para uma corrida para posicionar a produção - e o trabalho - para conquistar mercados no exterior

Análise das forças de uma economia que, no caso da província de Mendoza, é permanentemente medida em sua relação com os mercados internacionais.

Talvez nas crônicas futuras da história da economia da Argentina, estes dias ocupem um lugar de importância quando se trata de analisar uma das maiores possibilidades que tem hoje - neste momento - as variáveis ​​da economia do país. O governo central, prisioneiro circunstancial de uma situação difícil para sua continuidade em outro segmento da democracia, recebeu esse "empurrão" e tenta ampliar as possibilidades de incorporação de um segmento que - na verdade - constitui uma locomotiva de tração e incrível força social: Pequenas e Médias Empresas. .

O terroir argentino: atração para grandes empresas de vinhos.
Bodega

Anos de desequilíbrios e falta de operação favorável tornaram as pequenas e médias empresas da Argentina um verdadeiro lado do refúgio sacrificial, mas eficaz, no qual a capacidade empreendedora da sociedade foi posta à prova. Este segmento difinitivamente fez história em um ciclo da economia em que os sinais da política do país eram favoráveis. Assim, em grande parte dos governos peronistas originais, os selos da Confederação Econômica Geral e da Confederação Industrial encorajaram profundas mudanças que, infelizmente, a descontinuidade da estratégia do Estado não conseguiu superar os caprichos da política. Obviamente, o tema faz parte da História da Argentina, por isso não vamos nos deter em detalhes. (Abajo: Fecovita: Cooperativa em Mendoza.)


Fecovita

Vale ressaltar que a sobrevivência quase burocrática dessas instituições foi dinamicamente anexada por dois setores que hoje mantêm dois dos pilares que ainda não foram totalmente explorados, mas com força total: o CAME e o Cooperativismo Agrícola. Em relação ao primeiro, pode-se dizer que é uma instituição que credencia um esforço permanente para a validez das empresas de médio porte, e sobre o cooperativismo, Mendoza acolhe com precisão uma atividade que se destaca internacionalmente mesmo com marcas próprias e rótulos.

Mas é justo reivindicar no setor uma atenção que até agora não tinha e que em outra ordem poderia ter beneficiado grandes empresas. Estes surgiram no país durante o boom de atividade e projeção global, como resultado de medidas do governo dos anos da década de 90 do século passado. Na oportunidade, surgiram empreendimentos sólidos que poderiam ser os primeiros beneficiários das possibilidades dos mercados externos. Este período coincidiu com a expansão do Malbec e a genuína atração do terroir argentino sobre os brilhantes conselheiros profissionais da produção internacional de vinho.

Vemos agora, entretanto, como a situação política pode levar a uma reconquista internacional atrasada há 20 anos, uma confissão feita pelo governo do presidente Mauricio Macri que está se aproximando do fim de seu primeiro ciclo institucional de governo.

Mauricio MacriMauricio Macri: Pequenas e Médias Empresas na mira do governo,

As últimas horas levadas para a Argentina e, obviamente, afetam a ordem internacional, dois fatos destacados pela imprensa do país. (foto cortesia do jornal La Nación em Buenos Aires.) Vá para a nota. O primeiro constitui um anúncio muito importante para dar continuidade à novidade favorável do acordo com a União Européia. Desta vez - no entanto - a notícia promete de seu título o aprofundamento da intenção do governo de aproveitar os ventos favoráveis ​​gerados no fim de semana, mas agora a aposta cobre o pano: "Estamos conversando com o Brasil por um acordo de livre comércio com os Estados Unidos ", disse o presidente argentino em um ato.

No entanto, o mais impressionante do anúncio é o contexto e o local de onde esse movimento de comunicação é feito. A sede da Câmara Argentina de Médias Empresas. O escopo ainda é altamente significativo, e se alguém pudesse pensar na oportunidade que é agora mencionada com o resgate de instituições-chave, talvez o fato de que a data seja até mesmo favorável, é evidente nos detalhes de celebrar o Dia das Pequenas e Médias Empresas.

Obviamente, as coincidências são freqüentemente o trabalho de um roteiro pré-escrito além das intenções humanas. No entanto, quem nós trajinamos o conhecimento da história, pensamos honestamente como seria benéfico para a Argentina que o ciclo aberto agora fosse fechado com sucesso. Além de especulações e intenções menores, essa combinação de fatores - se prohijara de realidade - institucionalizaria este dia como uma pressa forte no meio de uma tempestade que a única coisa que anunciaria seria naufrágios.

"Era a tarde e a época em que o sol atingia a montanha dos Andes ...". Esteban Echeverría escreveu em sua obra La Cautiva. Talvez tenha sido um avanço premonitório.

Ricardo Brizuela

Este artigo foi editado no Conselho Editorial do #DiariodelVino de Ensenada, Estado de Baja California, Estados Unidos do México.

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Agencias

España acelera la tramitación de fondos para promoción de sus vinos. //  Spain accelerates the processing of funds to promote their wines.

La Junta de Castilla y León ha concedido 5,7 millones de euros al sector vitivinícola destinados a financiar 115 programas de promoción de vinos de la Comunidad en cincuenta países terceros (no pertenecientes a la Unión Europea).

Esta cifra supone un 6 por ciento más de apoyo al sector que en 2018 y corresponde a las solicitudes presentadas en enero para impulsar la exportación de este producto e incrementar las ventas, según ha informado la Junta en un comunicado.

Los cinco países en los que más actividades promocionales se llevarán a cabo son Estados Unidos, México, China, Suiza y Japón cuyas actividades promocionales acumulan más del 70 % del presupuesto total anual destinado a este fin que incluyendo el capital aportado por los beneficiarios, supera los 13 millones de euros.


Las actividades promocionales que más presupuesto acumulan son las misiones comerciales, las presentaciones de producto, la promoción en punto de venta y la asistencia a ferias y certámenes que suponen el 64 % del presupuesto total.

Esta medida enmarca en el Programa de Apoyo al Sector Vitivinícola español 2019-2023, junto a otras dirigidas de manera específica a este sector que desde el año 2015 han supuesto ayudas a 755 programas de promoción de vino en terceros países por un importe de 32,3 millones de euros.

Además, desde el año 2015 hasta 2018, el valor de las ventas de vino de Castilla y León fuera de España se ha incrementado un 17 ciento, alcanzando la cifra de 176 millones de euros destacando las exportaciones a terceros países en los que se han incrementado las ventas un 31 %, alcanzando los 116 millones de euros en 2018.

Ensenada, Estado de Baja California, Estados Unidos Mexicanos
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